

AVALIAÇÃO CLÍNICA DA DOR GINECOLÓGICA
Consulta especializada para mulheres com dor pélvica, cólica intensa, suspeita de endometriose ou sintomas que ainda não tiveram uma explicação clara.
Atendimento presencial em Curitiba, com agendamento prévio.
Dor ginecológica recorrente não deve ser analisada apenas pelo resultado de um exame, por uma queixa isolada ou por uma única hipótese.
Para entender melhor o caso, é preciso observar quando a dor aparece, como ela se comporta, quais sintomas acompanham, quais exames já foram feitos e o que ainda não foi correlacionado com clareza.
Quando a dor continua sem explicação convincente, o problema pode não ser falta de exame. Pode ser falta de uma leitura mais integrada do caso.


AVALIAÇÃO CLÍNICA DA DOR GINECOLÓGICA
Consulta especializada para mulheres com dor pélvica, cólica intensa, suspeita de endometriose ou sintomas que ainda não tiveram uma explicação clara.
Nem toda dor ginecológica recorrente deve ser tratada como algo “normal do ciclo”. Quando a dor persiste, limita a rotina ou continua sem explicação clara, ela merece uma avaliação mais criteriosa.
Cólica intensa
Dor que limita sua rotina ou faz você reorganizar o mês.
Dor pélvica recorrente
Dor frequente, inclusive fora da menstruação.
Sintomas urinários associados
Dor, pressão ou desconforto urinário perto do ciclo.
Sintomas intestinais no ciclo
Distensão, dor ao evacuar ou alteração intestinal no período menstrual.
Dor na relação
Desconforto íntimo que se repete.
Exame normal, mas dor persistente
Quando o exame não explica o que você continua sentindo.
Suspeita de endometriose
Quando a possibilidade existe, mas o caso ainda não está claro.
Sensação de estar rodando em círculos
Consultas e exames sem uma direção convincente.
Quando a dor continua, a questão nem sempre é se você já fez exames ou já passou por outros atendimentos. A questão é se sua história, seus sintomas e seus exames foram avaliados em conjunto, com profundidade suficiente para construir uma direção clínica mais clara.
A consulta especializada não se resume ao tempo do atendimento. Ela envolve interpretação, organização do caso e um caminho mais criterioso para investigar e tratar a dor.
Leitura prévia do caso
Sintomas, histórico e exames ajudam a dar mais contexto à avaliação.
Correlação entre sintomas e exames
A dor é analisada junto aos exames e ao contexto clínico.
Investigação com mais direção
A avaliação ajuda a definir o que ainda precisa ser investigado.
Conduta com critério
Os próximos passos são organizados sem conduta automática.
O atendimento é voltado a pessoas 60+ que desejam avaliar melhor o coração dentro de um contexto mais amplo: sintomas, exames, fatores de risco, medicações e comorbidades analisados em conjunto.
O atendimento segue um fluxo organizado para que sua história, seus sintomas e seus exames sejam avaliados com mais contexto.

Você recebe orientações, preenche um formulário prévio e envia exames anteriores, quando houver.

A Dra. Catia avalia sua história, seus sintomas, seu ciclo, seus exames e suas principais dúvidas.

Em alguns casos, pode haver indicação de mapeamento no mesmo dia. Essa etapa depende da avaliação clínica.

São definidos os próximos passos de investigação, tratamento e retorno conforme orientação da equipe.
Um processo com começo, avaliação, direcionamento e revisão.
A endometriose pode estar relacionada a cólica intensa, dor pélvica, dor na relação, sintomas intestinais no ciclo, sintomas urinários e dificuldade para engravidar.
Mas uma boa avaliação não começa reduzindo toda dor à mesma hipótese. Começa entendendo a história, o padrão da dor, os exames já realizados e o contexto clínico da paciente.
O diagnóstico não deve ser automático. A investigação precisa ter critério.
Na consulta especializada, a endometriose é considerada quando faz sentido para o caso, sem deixar de avaliar outras possíveis causas de dor ginecológica

Dra. Catia Sperka é médica ginecologista, CRM-PR 14.110, RQEs 6.381, 190 e 654, com mais de 20 anos de experiência médica como ginecologista e ultrassonografista.
Sua atuação é voltada à avaliação de mulheres com dor ginecológica, suspeita de endometriose e sintomas que ainda não foram bem explicados por exames ou atendimentos anteriores.
Sua prática combina escuta clínica, análise da história da paciente, interpretação de exames e experiência em imagem ginecológica para construir uma leitura mais integrada do caso.
O diferencial está justamente nessa correlação: entender a dor, observar o padrão dos sintomas, revisar exames, considerar hipóteses como endometriose quando fizer sentido e definir próximos passos com critério.
O foco do atendimento é identificar a causa da dor, conduzir o melhor tratamento de forma individualizada e ajudar a paciente a recuperar qualidade de vida com mais clareza sobre o próprio caso.
CRM-PR 14.110
RQEs 6.381,
654 e 190
Ginecologista e Ultrassonografista
+20 anos de experiência
Dor ginecológica e endometriose
Atendimento presencial em Curitiba
Não. A consulta também é indicada para mulheres que ainda não sabem a causa da dor, mas percebem que os sintomas continuam sem uma explicação clara.
A endometriose é uma hipótese importante em muitos casos, mas a avaliação não parte da ideia de que toda dor tem a mesma causa.
Pode fazer sentido, especialmente quando a dor persiste ou quando os sintomas continuam interferindo na rotina.
Um exame anterior é uma informação importante, mas ele precisa ser interpretado junto com a história clínica, o padrão da dor, os sintomas associados e o contexto da paciente.
Não. O mapeamento pode ser indicado em alguns casos, mas não é uma etapa obrigatória para todas as pacientes.
A necessidade depende da avaliação clínica, dos sintomas, dos exames prévios e das hipóteses consideradas durante a consulta.
Não necessariamente. A conduta depende dos sintomas, dos achados, da extensão do quadro, dos objetivos da paciente e da avaliação médica.
Investigar dor não significa ir direto para cirurgia. O tratamento precisa ser definido com critério.
Quando a dor é recorrente, limita sua rotina, interfere na vida íntima, aparece fora do período menstrual ou continua sem explicação clara, ela merece ser avaliada com mais cuidado.
A consulta existe justamente para entender melhor o caso, não para exigir que você já chegue com um diagnóstico pronto.
Pode. Em alguns casos, sintomas intestinais ou urinários que pioram no período menstrual podem ter relação com alterações ginecológicas ou pélvicas.
A avaliação ajuda a entender se esses sintomas fazem parte do mesmo quadro ou se precisam de outra linha de investigação.
Pode ser indicada quando há dor ginecológica, suspeita de endometriose ou sintomas associados ao ciclo em mulheres que também estão tentando engravidar.
Nesses casos, dor, fertilidade, exames e objetivos da paciente precisam ser avaliados em conjunto.
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